“Bastou um olhar. Sem mais explicações, senti uma vontade súbita de ler-te do início ao fim. Senti que precisava saber o desfecho da história que saltara dos seus olhos cor de mel. Quis devorar-te a partir da saudação e só parar, sorrindo, ao chegar no último ponto final; quis interpretar suas entrelinhas e viajar nas suas palavras. Quis fazer-te aquele meu livro de cabeceira, sempre ao meu lado nas noites frias.